Recortes & Testemunhos

Caro mestre
Eu vivi em Portugal entre os anos de 1991 a 2001. Estudei Filosofia na Faculdade de Filosofia de Braga. Em 1998 comprei um livro didático de Filosofia de sua autoria com o professor José Manuel Girão. Em minha opinião foi o melhor e mais sensacional que li no gênero para o secundário. Foi-me imensamente útil e edificante para meu aprendizado, chegando a usá-lo para preparação para provas e trabalhos solicitados pela Faculdade. Li-o inúmeras vezes e estava todo sublinhado a anotado para usá-lo em minhas aulas para meus alunos. Quando mudei de Brácara Augusta para o Estado da Flórida, para minha imensa tristeza o perdi e desde há muito busco contato com meus amigos deixados em seu país e nunca obtive sucesso. Fazendo uma busca exaustiva na aldeia global, encontrei o site do senhor e decidi escrever-lhe para perguntar como posso encontrar um exemplar do mesmo livro ou fotocópias do mesmo? Seria uma satisfação imensurável tê-lo novamente (…).

Luiz Alberto Moutella (e-mail enviado a Rui Alexandre Grácio em 2016)

«Fiquei muito contente com o resultado e ele reflete o grande aprendizado resultante de um curso tão bom. Como já disse diversas vezes, e também vai de encontro com o que meus colegas relataram, o curso foi realmente muito proveitoso. Por meio dos vídeos muito bem preparados, o senhor percorreu os estudos de argumentação desde a antiguidade e nos apresentou, em profundidade, algumas perspectivas muito interessantes. Gostaria de dizer, mais uma vez, que sua leitura de Perelman me ajudou muito! Muito obrigada! Além disso, como também já disse, o método usado, com a visualização dos vídeos e discussão por Skype, na minha opinião, é muito interessante. Diria que é até mais proveitoso do que as disciplinas ministradas em sala de aula.»

Bruna Toso, Dezembro de 2015

«Seus vídeos são muito bons, os textos indicados foram todos muito bons, e, mais que isso, eu sinto que cresci muito como pessoa, não apenas acadêmica, mas espiritualmente. Os conceitos de liberdade, de pluralidade e tantos outros me fizeram olhar para mim mesmo e colocar em cheque tudo em que eu acreditava: e foi bom me desconstruir. Muito obrigado por ter me propiciado uma disciplina tão profícua. Ainda que estejamos em lados opostos do Atlântico, saiba que suas sementes chegaram ao Brasil, subiram as montanhas de Minas e encontraram terra boa em Belo Horizonte. Muito obrigado mesmo!»

Lucas Eugênio de Oliveira, Dezembro de 2015

«Quanto ao aprendizado do conhecimento passado nos vídeos e os debates e dúvidas postas nas videoconferências, superaram todas as minhas expectativas. Realmente foi muito bom todos os vídeos assistidos, as leituras feitas e as conversas pelo skype. Muito obrigada.»

Beatriz Siqueira, Dezembro 2015

«Gostaria de aproveitar a oportunidade e agradecer-lhe o aprendizado e os conhecimentos adquiridos. Acompanhei o curso desde o princípio (cursei também a parte 1, no semestre anterior) e alguns pontos foram realmente instigantes. O que mais me agradou foram os pontos que tangenciam a filosofia do direito e as teorizações sobre a racionalidade argumentativa, a qual não necessariamente precisa operar do mesmo modo que a racionalidade lógico-analítica e que a empírica. Esses temas de filosofia do direito agradam-me muitíssimo.»

Thiago Saltarelli, Dezembro 2015

«Obrigada pelo curso, foi de grande importância para a minha pesquisa.»

Tainá Nínive Soares Guerra de Oliveira Martins

«Gostaria de aproveitar a oportunidade para lhe agradecer pelo curso e pelas valiosas reflexões que o curso nos possibilitou.»

Gisele Aparecida da Luz, Dezembro de 2015

«Aproveito para agradecer pela oportunidade de troca de conhecimentos. O curso foi bastante rico e será muito proveitoso. Acredito que com o tempo e com mais prática e leitura poderei desenvolver melhor as análises.»

Vanessa Amin, Dezembro 2015

«Gostei muito da disciplina, aprendi muito, pois consegui realizar conexões entre elementos conhecidos de forma diferenciada possibilitando outros arranjos do conhecimento.»

Égua Pereira, Julho 2015

«Certas questões motivadoras orientam as suas preocupações: que fenómenos estuda a teoria da argumentação? Quais são as suas tarefas descritivas? Que foco de incidência se ajusta ao seu estudo? Segundo pensa, o elemento decisivo par tratar dessas questões é a ‘boa distância’ que a análise deve tomar, favorecendo a captação da dinâmica prática e o sentido vital dos processos argumentativos, sem as pretenções formalizantes, formulárias ou funcionalistas que domesticam a argumentação, pois elas convertem as práticas argumentavas em meras técnicas resolutivas e padronizadas, espoliando-as de sua conexão com a vida prática e, enfim, com as conflitualidades e contingências inerentes à vida social».

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Moisés Olímpio Ferreira e Kelly Cristina de Oliveira

«Por todas essas razões e muitas outras, os estudos contemporâneos da argumentação foram retomados por vários estudiosos, revitalizando o legado de um importante passado e propiciando novos avanços, entre os quais se destaca o trabalho de Rui Grácio, que ora colocamos em destaque. Seu trabalho nos obriga a uma leitura retrospectiva e, simultaneamente, a uma leitura prospectiva, prestando contribuição ao presente e preparando o futuro».

Lineide  do Lago Salvador Mosca

«The choice of the basic concepts that are used as an introduction to Vocabulário Crítico de Argumentação provides us with the outline of that subject and with the construction of a harmonious overview of it once each part is put together. They are not random pieces, but components which, when added, form the basic structure of every argumentative act. For this and other reasons, we claim that it is not a simple “Vocabulary,” in spite of the adjective that follows it - “critical.”In fact, the result is a compendium of argumentation that condenses discussions on the themes and the state-of-the-art into teaching practice with applications in the most varied types of discourse and languages».

Lineide  do Lago Salvador Mosca

«Ao defender estas ideias Grácio está também a considerar necessária uma reavaliação da argumentação, tendo em conta o pluralismo dos pontos de vista. Estes, muitas vezes, concentram-se de tal forma nas suas posições que “os conflitos se tornam irredutíveis”. A argumentação é também ela negociação. Há um apelo explícito para que os interlocutores “negoceiem as suas distâncias e, sem veleidades de se arvorarem em instâncias últimas detentoras da palavra derradeira, lidem com os diferendos que entre eles se estabelecem” (idem:78). Sendo certo que essas divergências fazem parte do jogo e que acontecem de uma forma inevitável e frequente».

José Manuel Teixeira Silve

«E o perspetivismo, é bom lembrá-lo, foi desde as suas já remotas mas muito esquecidas raízes nietzscheanas, uma radical inversão das prerrogativas da ordem dos factos sobre o registo da interpretação. E o que ele consagrou com esta inversão, foi um novo tipo de primado, o da interpretação,que interdita a prevalência de uma qualquer perspetiva particular, ao mesmo tempo que apresenta o mundo como o resultado de uma combinatória, sempre aleatória e em aberto, de múltiplas perspetivas. É por isso que, como Rui Alexandre Grácio bem assinala, a perspetiva remete para uma “inultrapassável retoricidade dalinguagem, para a coexistência de versões alternativas epara um registo tensional conflitual.” Perspetivismo e Argumentação dá ao leitor o balanço prometido e a síntese anunciada. E fá-lo com um respeito exemplar pelas contribuições fundamentais que, desde a antiguidade grega até à atualidade mais recente, pontuam o essencial da reflexão sobre a argumentação e as suas teorias».

Manuel Maria Carrilho

«Constituindo-o, conforme já assinalado, como uma referência incontornável para os investigadores, os especialistas ou os leitores simplesmente interessados no tema, é por este trilho estreito que a obra de Rui Alexandre Grácio caminha há mais de vinte anos, cruzando o provavelmentemais largo, intemporal e importante assunto para o humano: como é, se é que, nos conseguimos entender uns com os outros?»

Rui Pereira

«A este restritivo pluralismo empírico, fundado na conflitualidade de facto das opiniões, opõe Grácio um pluralismo consequente, legitimado de direito na problematicidade estrutural, implicada nalinguagem, da relação homem-mundo, de todo o envolvimento ontológico.O que, como se disse, por um lado conduz a esquissar uma tese antropológicaafirmando 'o homem como risco e a relação que o constitui como enigma situado'. E, por outro, a conceber o pensamento, e a filosofia em particular, como inelidível proliferação de possibilidades relacionais mais livres, expressão vital de resistência ou, na bela fórmula de uma carta de Grácio ao autor, 'estratégia de desassossego’».

Sousa Dias

»Resistência — uma grande paixão de Rui Grácio, que se manifesta também no seu currículo; jovem autor de mais de uma dezena de livros. Auguremos-­lheuma boa sementeira!»

Cristina Mello

«Cristina Mello avisou a assistência, enquanto apresentava a obra de Rui Grácio "Não se ama o mar sem amar as marés": "o que fica tão limpidamente escrito neste livro comunga directamente com a inteligência e a sensibilidade dos leitores, pedindo, além do mais, uma aproximação física, intuitiva". O público tem na quinta-feira apossibilidade de partilhar directamente com o poeta as suas impressões e as suas reacções face a uma escrita tão envolvente».

Ideias Concertadas

«O incentivo à leitura de autores portugueses para a infância e juventude é umdos grandes objectivos do Concurso Leitor/Escritor, uma iniciativa da CâmaraMunicipal de Lagos, realizada através da Biblioteca Municipal Dr. Júlio Dantas,pelo sexto ano consecutivo.Rui Grácio foi o autor escolhido para esta edição, que estará presente em Lagos,em Abril, aquando da entrega dos prémios».

Correio de Lagos

«O Dia Internacional da Filosofia, 20 de Novembro, foi dedicado a celebrar os 60 anos da Declaração dos Direitos Humanos e comomerada com um colóquio de Joana Sousa e uma ação de formação de Rui Grácio, visando despertar a comunidade escolar para aquela que é a ciência do pensamento».

Trevim

«A filosofia constitui o domínio, não da verdade, mas da tolerância. Nada há mais intolerante do que a verdade»

Chaïm Perelman