Curriculum Vitae

Rui Alexandre Lalanda Martins Grácio é doutorado em Ciências da Comunicação, mestre em Filosofia Contemporânea e licenciado em Filosofia.

É também professor profissionalizado e formador especialista desde 1997, reconhecido pelo Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua.

Foi professor do Ensino Secundário e do Ensino Universitário, sendo autor de vários manuais escolares e de diversas publicações na sua área de especialização (linguagem, argumentação e retórica), entre as quais se destacam:

• Racionalidade argumentativa (1993, ISBN 972-41-1189-X);

Área de Integração, Vol. I (1994, ISBN 972-47-0550-1);

Área de Integração, Vol II (1995, ISBN 972-47-0614-1);

Área de Integração, Vol III (1995, ISBN 972-47-0550-1);

Razões em jogo (1997, ISBN 972-47-0899-3);

Consequências da retórica. Para uma revalorização do múltiplo e do controverso (1998, ISBN 972-8459-05-X);

Razões em jogo 10º (1998, ISBN 972-47-1090-4);

Guardador de per­cur­sos (2003, ISBN 972-8159-80-7);

Olá, eu sou um livro (2003, ISBN 978-989-614-097-7);

A cor das ideias 10º (2003);

A cor das ideias 11º (2004);

Não se ama o mar sem amar as marés (2007, 978-989-614-061-8);

Vidas de gato (2008, ISBN 978-989-614-083-0);

O afinador de palavras (2008, ISBN 978-989-614-089-2);

Discursividade e perspectivas. Questões de argumentação (2009, ISBN 978-989-8377-00-5);

Espelho meu (2009, ISBN 978-989-614-123-3);

A interacção argumentativa (2010, ISBN, 978-989-96375-7-3);

O mapa das perguntas (2011, ISBN 978-989-8377-18-0);

Fenomenologia, Hermenêutica, Retórica e Argumentação (2011, ISBN: 978-989-8377-21-0).

Teorias da argumentação (2012, ISBN: 978-989-8377-22-7).

Perspetivismo e Argumentação (2013, ISBN: 978-989-8377-42-5).

Vocabulário Crítico de Argumentação (2013, ISBN: 978-989-8377-43-2).

A argumentação na interação (2016, ISBN: 978-989-8377-91-3).

Filosofia da argumentação (2019, ISBN 978-989-54275-7-4).

O livro dos enigmas (2019, ISBN 978-989-54412-8-0).

É editor desde 1996, dirigindo atualmente a Grácio Editor


«A filosofia constitui o domínio, não da verdade, mas da tolerância. Nada há mais intolerante do que a verdade»

«é frequentemente mais fácil obedecer do que decidir por si mesmo»

«À máxima fascista ‘Crer, obedecer, combater’ opomos uma outra que seria:
‘Duvidar, decidir-se e convencer’, máxima que opõe o primado do pensamento ao da força»


Chaïm Perelman